Publicado por: lesbianornot | Abril 25, 2009

Estas duas … babadas ;)

http://www.youtube.com/watch?v=I-SQ_2XmSyc

Publicado por: lesbianornot | Abril 10, 2009

Quero casar assim :)

Publicado por: lesbianornot | Abril 10, 2009

Lost

Ela era boa na cama mas visto à distância, parece-me que ela não conseguia atingir o orgasmo. Talvez isso explique muita coisa. Isto é, eu sei que isso escondia muita coisa, mesmo a tal obsessão por sexo era a procura de algo inatingível.

A mim serviu-me para descobrir que nada tenho de mal em termos de desejo. Não tenho nada de mal, simplesmente passei por um período de afastamento desse lado, devido à minha separação e à maternidade. Aliás sei que fui boa na cama, gosto muito de sexo, gosto muito de mulheres.

Esta relação que de promissora passou a um flop, serviu-me para isso, para verificar que ainda conseguia ser sexualmente apelativa e activa. Serviu-me também para descobrir que podia ser feliz com outra pessoa. Quando estava com ela tinha muito medo de falhar, de não me conseguir entregar também e por isso me afastava…..mas depois de ver a entrega dela, as esperanças, as palavras, perdi os receios e houve momentos em que me senti feliz – até aquele momento em que ela se perdeu, gritando com a minha filha e revelando esse lado intolerável, ansioso e rectificador, que tanto tentava esconder por baixo da falsa e contínua alegria.

 

Tudo se perdeu.

Tenho estado a voltar para mim e a sedimentar a ideia de que ela é um bluf.

Completo. Desapontou-me muito e tenho pena, pois podia ter sido diferente. Mas suspiro de alívio pois antes ter descoberto nesta fase do que depois, correndo o risco de envolver mais a minha filha.

Publicado por: lesbianornot | Março 29, 2009

Andamento da coisa

Tenho andado sem vontade de aqui colocar os meus pensamentos. No entanto, verifico que as suas estatísticas continuam activas, muitas vezes por via de pesquisas movidas por motivos sexuais, quem sabe da parte de mulheres, quem sabe do lado masculino.

As tags também trazem um universo aqui a este espaço.

Publicado por: lesbianornot | Fevereiro 6, 2009

Auras

Só para que fiquem sabendo, fui criada no espírito da ciência, do método científico, e considero-me uma mente muito racional, muito dedutiva, muito céptica…mas….
Bem, não posso ignorar o que presencio e vivo, por mais que saiba que nós somos uma máquina biológica regida por impulsos eléctricos, por sinais electroquímicos e, por conseguinte, também susceptíveis a “curtos-circuitos”.

Assim seja.

Sujeitando-me sempre à descrença de quem lê, quero aqui relatar uma experiência que vivi, faz alguns anos, na UP.
Eu tinha aulas com um professor ainda novo mas já bastante famoso, para quem me custava imenso olhar. Ainda para mais, era costume ele dar as aulas sentado estáticamente na cadeira, diante da secretária, e por isso tornava-se ainda mais difícil, já que não havia a possibilidade de deambular muito o olhar.
Era uma pessoa aparentemente saudável, mas na envolvência do mesmo pairava uma aura que me provocava muito mau estar. Eu tenho fobia a superfícies irregulares (como muitas pedrinhas juntas, mexilhões aglomerados, ou outras superfícies do género), e olhar para a aura que dele emanava, dava-me esse mau estar equivalente, porque o seu efeito era como uma composição de losangos de luz irregular, cintilantes…não sei bem como descrever.
Sentia que ele ia morrer, que se tinha que tratar, senão, seria esse o desfecho. Queria dizer-lhe isso. Mas como? Por quem ele me tomaria? Por uma maluquinha, concerteza. Optei por me calar.
Passado pouco tempo, ele adoeceu e morreu em breve…

Esta aura foi literal e não é equivalente à aura que nós emanamos quando estamos felizes ou quando amamos. Não é nada de parecido com a aura que vemos nos outros que nos fascinam🙂

E tomara não a ver muitas mais vezes. Infelizmente, esta foi a primeira e outras se seguiram. Não quis acreditar. Numa, as coisas compuseram-se, avisei, insisti: vá ao médico; noutra não, julguei que a “impressão” seria derivada da magreza supostamente derivada duma dieta…

Outras vezes olho e parece que sinto de cheirar, tal é a “viscelaridade” da coisa, o mal.

Uma vez vi um homem ao longe e arrepiei-me. Não vi aura nem nada, mas senti o perigo. O meu cão, que é um bobo bonzinho, pela primeira vez teve também uma reacção adversa à presença daquele homem….

Sabemos coisas que nem sabemos como, isso é que é!
E já foram tantas as experiências que vêm, sem aviso, ter comigo…

Publicado por: lesbianornot | Fevereiro 4, 2009

Mãos

acarolina

Mais uma vez as mãos. Uma vez tomando conhecimento da teoria das mãos como elemento de diferenciação da orientação sexual, dou comigo a tentar perceber porque é que senti logo, ao primeiro vislumbre, que ela “era”. Não sei se é, mas sinto-o com o tal do “gay-dar” e queria que fosse. Estou sentada a seu lado e espreito. sim, o anelar é BEM…. maior que o indicador.

A mão acima. Vejam: Ana Carolina. É, não é?

E eu queria que ela fosse, queria dar-lhe a entender qualquer coisa, mas não sei que sinais posso dar. Não dou muitos ares “De” e tenho uma filha, o que logo pressupõe um homem, não?

Ela é bem mais velha, solteira, muito work-aholic, auditora…..será que é? Não usa aliança, é muito despachada, põe-me a mão na perna, toca-me, pergunta algumas coisas…..é engraçada, muito despachada, com muita graça, assertiva, uma MULHER.

Estou carente, mas …. ambiente de trabalho😦

Queria mostrar, de algum modo. Será que ela também olhou ou reparou nas minhas mãos?

Será esse o fio, o sinal?

Sonho.

Publicado por: lesbianornot | Janeiro 20, 2009

Hot Dench

A famosa Judi Dench, já com a provecta idade de 74 anos, consoante divulgado no sítio “The Union”, foi apanhada em cenas escaldantes com uma JD de 32 anos, num hotel de luxo de Los Angeles.

Boa…;)

Publicado por: lesbianornot | Janeiro 19, 2009

A atracção da pirâmide

Assunto: Sobre os gestores e o esquema da pirâmide.

 

Afinal, este malfadado esquema que tanto nos tem surpreendido, é tão antigo quanto a civilização humana, porque vai a par com a ganância.

 

Em Portugal, fomos surpreendidos, há muitos anos, com a Dona Branca. Também, mais recentemente, veio a público o esquema dos “selos”, através da empresa Afinsa.

 

Agora, o ex-Presidente da Nasdaq, um dos índices bolsistas que gere as vidas dos fanáticos do grande casino onde se jogam as nossas vidas e as economias dos Estados, Bernard Madoff, provocou uma avalanche de pirâmides, com consequências pelo mundo fora. A razão é simples: neste mundo onde a globalização tomou terreno, tudo se encontra interligado e como já pudemos constatar, pelas piores razões: não só no campo financeiro mas também no que diz respeito a questões ambientais com consequências graves, ou na propagação de grandes epidemias. Este é um assunto sobre o qual  me pronunciarei a seu tempo.

Madoff pagava o retorno dos investimentos com o dinheiro aplicado pelos clientes novos. O rendimento máximo dos investimentos só era, efectivamente, realizado  aquando do resgate dos depósitos. Quando a crise eclodiu e com o inevitável pânico dos depositantes, Maddoff viu-se sem capital para fazer face a esses saques súbitos e numerosos.

Esta quantidade de dinheiro a circular, assente em activos não divulgados e, provavelmente inexistentes (parece que nada interessa senão o rendimento sobre o investimento realizado) leva a que seja quase impossível rastrear o dinheiro nesta economia global, já apelidada de “grande casino”. 

Assim, e como se de um dominó gigantesco se tratasse, atrás deste caso, têm aparecido, sucessivamente, outros. Este esquema foi, durante demasiado tempo, a arma secreta que muitos brandiram para se intitularem como profissionais de gabarito, “gestores” de sucesso. Estes gestores de fundos e a forma como esta economia especulativa se organiza, lembram pragas de gafanhotos: onde chegam, comem tudo deixando, atrás de si, um rasto desastroso, prosseguindo na sua senda de destruição de colheita em colheita até á aniquilação total.

Para o pequeno aforrador, indiferente aos meandros da especulação financeira, não é perceptível o uso que estes “gafanhotos” da gestão fazem do seu dinheiro, aplicado em depósitos a prazo ou investimentos de risco. Em última análise, estes pequenos investimentos, podem contribuir para situações de desemprego destes mesmos pequenos aforradores por força de malabarismos financeiros ruinosos.

É fácil imaginar o cenário através do qual,  um gestor de fundos sob a capa de anonimato muito conveniente, se apodera das acções de uma empresa visando a obtenção do máximo de rendimento no mais curto espaço de tempo. Sabe-se que a massa salarial representa um custo fixo muito elevado e, a maior parte das vezes, incomportável perante cenários de deslocalização mais apelativos, onde se pode ir “pescar” mão-de-obra mais barata ou exigências ambientais menos zelosas. Assim, recorre-se ao despedimento. Deste modo, quem depositou as suas poupanças, talvez na perspectiva de melhorar um pouco os seus parcos rendimentos, vê-se vítima da sua própria ambição, sem se aperceber do processo que, em parte, despoletou.

Este é o mundo que construímos.  Em termos de gestão empresarial, é forçoso passar a equacionar as consequências de pautar os objectivos empresariais, com base em processos de “benchmarking”. 

Na verdade e escondidos com um “rabo que começa a ficar de fora”, é aqui que residem as estratégias de mercado que estão no cerne da destruição do modelo social europeu.

 

Publicado por: lesbianornot | Dezembro 27, 2008

Passado = culpa

Quis o destino me colocar novamente em contacto com o meu passado, mas nem sempre ele é bem-vindo.  Comecei a vivência  da minha sexualidade nas piores cirunstâncias – a vive-lo em bas-fond. Sexo em pensões rascas, procura ocasional em “discotecas” horríveis e relações sem amor, ou seja, um conjunto de circunstâncias que me fizeram entrar num ciclo de culpabilização recorrente.

É um passado que não quero recordar, independentemente da bondade intrínseca das pessoas que o rodearam.

Publicado por: lesbianornot | Dezembro 26, 2008

Papi ohh circles are good

http://www.youtube.com/watch?v=jxv9TTcmwqQ&feature=related

Encontrei-o outra vez😉

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